Tuesday, June 24, 2014

Observações de coléopteros luminosos em Portugal



Este ano, tal como em anos transatos, tenho recebido muitos relatos sobre pirilampos, desde vários pontos do país.
Neste projeto de investigação sobre a bioluminescência, a pesquisa sobre os pirilampos nacionais, avança desde a década de 1990 (ainda que este blog tenha nascido em 2007).
Só na última quinzena deste mês de Junho de 2014, recebemos dezenas de relatos, vindos de diferentes partes do país.
Obrigado a todos pela vossa colaboração.


Pirilampo preso em teia de aranha.


11 comments:

Tânia Cardoso said...


Muito bem e gostei da foto!

Pleia Des said...

O numero de relatos tem aumentado?

lightalive said...


Sim, mas provavelmente porque o numero de pessoas a contribuir com observações tem aumentado.

lightalive said...


Enviado por James, desde Viana do Castelo (a 14 de Junho de 2014):

«Na passada segunda - feira , dia 9 de junho , avistei um pirilampo aqui na minha zona .

Foi o primeiro este ano .»

lightalive said...


Enviado por ct5iul a 14 de Junho de 2014:

«Boa tarde

Na minha casa em Azeitão (Cabanas) no inicio deste mes por volta das 21h00 avistei bastantes pirilampados no meu quintal ;)


Fica aqui um video do pirilampo dentro do vaso das flores
https://www.facebook.com/photo.php?v=759005180806091&set=vb.100000898490269&type=2&theater »

lightalive said...


Enviado por Duarte Sousa (Loures) a 15 de Junho de 2014:

«Lembro-me de na altura do Carnaval estar a acampar no Turcifal e ver bastantes pirilampos!

Foi num jardim, não havia muita iluminação artificial, mas os que vi estava na terra.

Talvez seriam Lampyris noctiluca»

Deviam ser formas larvares.

lightalive said...


Enviado por Vitor Silva a 22 de Julho de 2014:

«A ideia que muitas pessoas têm dos pirilampos é de seres voadores com luz. De facto quer quando era novo, na zona da Sertã, quer em alguns verões passados em Coimbra, avistei luzes brancas que piscavam e efectivamente se deslocavam. No caso de Coimbra, eram por vezes ás dezenas em noites quentes nas zonas de mato.

No entanto no ano passado na Foz do Arelho vi já um pirilampo imóvel, de forma semelhante a uma larva, cuja luz verde ainda relativamente viva, não piscava.

Esta diferença entre formas voadoras e não voadoras ainda me causa dúvidas. Temos espécies larvares que evoluem, espécies diferentes larvares e não larvares?

Se já disseste aqui desculpa lá estar a chatear-te, mas acho esta temática bastante interessante».

Compreendo as tuas dúvidas.
Decidi improvisar e fiz um pequeno artigo simplificado (para facilitar o entendimento) dedicado à identificação das espécies (pirilampos) que conhecemos até agora em Portugal.

http://pirilampos-lightalive.blogspot.pt/2014/07/diferencas-visuais-entre-algumas.html


lightalive said...

Enviado por James (Viana do Castelo) a 23 de Julho de 2014:

«Hoje , pela segunda vez este ano , avistei pirilampos .

Ocorreu por volta das 22.00 e era um grupo grande ( pelo menos 10 ) que num raio de 20 metros voavam com as luzes a piscar .

Espetacular ! ! !

Foi na minha casa que vi , que fica mais perto de Viana do Castelo do que de Esposende.»



lightalive said...


André Patro enviou-nos estas observações a 24 de Julho de 2014 (desde Odivelas):


«eu este ano já avistei pirilampos em dois locais diferentes, pinheiro de loures e praia da fonte da telha
presumo que sejam de espécies diferentes porque os que avistei no pinheiro de loures, a luz que emitiam não era continua enquanto que os que avistei na fonte da telha a sua luz era continua apesar de serem de tamanhos semelhantes

Os que vi no pinheiro de loures foi em meados de Abril e os que na praia da fonte da telha foi no dia 10 de Julho, mas na fonte da telha já é normal eu avista-los, sempre entre Julho e Agosto e só aparecem nos dias em que esta pouco vento, mas quando os avisto é junto da arriba»

Rita Fernandes said...


Muito obrigada, pela partilha!

Então e esses são os testemunhos que recebeu em 2014?

lightalive said...




Olá Rita


Não, são apenas algumas das descrições de observações que recebi em 2014.